Natureza & Aventura

Travessia Tupinambá – A maior Trilha de Niterói

Sobre a trilha

Toda travessia é um conjunto de trilhas. A Travessia Tupinambá começa na Praça Dom Orione em São Francisco, com acesso pelo Parque da Cidade de Niterói e termina no Jardim Imbuí.

Extensão: aproximadamente 7500m

Ponto culminante: é o próprio Parque da Cidade, com 270 m de altitude.

Grau de dificuldade: trilha moderada com grau de orientação entre fácil a moderado, dado a sinalização rústica e setas indicativas.

Como chegar

De carro: Você irá passar por toda a orla de São Francisco, depois terá que virar na rotatória no final da praia à esquerda e entrar na rua logo em frente, do lado do restaurante À Mineira. Depois siga até o final dela, primeira à esquerda, depois primeira à direita e direita de novo para começar a subir.

Para quem for de ônibus, os números são:
– 32, que vai deixar no primeiro ponto da Avenida Rui Barbosa, pertinho da praça Dom Orione.
– 33, 17, 62 e alguns ônibus vindos do Rio (com destino a Charitas), descendo no terceiro ponto da praia de São Francisco, porém esses vão te deixar no calçadão, bem na orla da praia, você terá que atravessar para o outro lado e andar até a rua que terá que subir para o Parque da Cidade, conforme o mapinha abaixo.

– A pé da rua que começa a subida, você vai levar uns 20 a 30 minutos até o Parque da Cidade e de lá, começará a trilha.

Rota a partir do Terminal no Centro de Niterói. Imagem: Google Maps.

O início

A trilha começa no Parque da Cidade, entre as duas rampas de vôo. A rampa de vôo com vista para São Francisco tem uma seta no chão indicando o início da trilha.

Pista de vôo com a vista para São Francisco. Foto: Gabriela Gismonti

Seta no chão indicando o início da trilha. Foto: Gabriela Gismonti

A trilha começa aí. Foto: Gabriela Gismonti

Logo que adentra nessas árvores da foto acima, você vai beirando o caminho da trilha de bicicleta. Você pode até achar que está no lugar errado, mas não se preocupe que você está no caminho certo! A trilha está muito bem sinalizada!

Alguns minutos depois, você vai ver uma das primeiras placas de sinalização, indicando o caminho para a travessia e uma outra opção que é para o Mirante da Pedra Quebrada. Vale um desvio para lá porque é uma trilha pequena, de menos de 5 minutos, e tem um mirante com uma vista legal!

Sinalização da trilha indicando para o Mirante da Pedra Quebrada. Foto: Gabriela Gismonti

Vista da Pedra Rachada para o Mirante do Pimentel, no Morro da Viração e a Serra da Carioca ao fundo. Foto: Gabriela Gismonti

Dada a visita ao Mirante, você retorna para onde estava e segue em frente, conforme a as indicações das setas.

Indicações das setas ao longo do caminho. Foto: Gabriela Gismonti

Ao longo da trilha vocês verão placas como essa para sua própria segurança! #NãoUseAtalhos

Não utilize atalhos! Foto: Gabriela Gismonti

Até o meio do caminho da Travessia, você pode reparar que as placas estão no plural, escrito “Travessias” nos totens, porque até esse ponto ela segue a mesma direção da Travessia do Cafubá, que acaba na saída do Túnel Charitas x Cafubá.

Foto: Gabriela Gismonti

Foto: Gabriela Gismonti

Você passará por caminhos como esses:

Foto: Gabriela Gismonti

Foto: Gabriela Gismonti

Foto: Gabriela Gismonti

Irá passar pelo Vale das Jaqueiras, que é uma subidinha, até que chegará a um outro totem, o qual indicará dois caminhos para serem seguidos: um para o Mirante da Tapera e o outro para o Jardim Imbuí.

Vale das Jaqueiras. Foto: Gabriela Gismonti

Foto: Gabriela Gismonti

Ao subir para o Mirante da Tapera, você percorrerá uma subidinha básica, bem sinalizada com setas em pedras e saberá que está chegando quando avistar essas ruínas de um antigo Forte que tinha lá.

Ruínas de um antigo Forte. Foto: Gabriela Gismonti

Passado isso, chegará a uma pedra com bastante mato e já com o começo da vista do Mirante da Tapera. Continue seguindo em frente, adentrando o mato, que chegará ao Mirante em si, com essas vistas <3

Quase chegando no Mirante da Tapera. Foto: Gabriela Gismonti

Vista do Mirante da Tapera para os fortes e para o Rio de Janeiro

Lado esquerdo do Mirante da Tapera com vista para a Praia e prainha de Piratininga, Praia de Camboinhas, de Itaipu, Morro das Andorinhas, as ilhas do Pai e da Mãe, Costão de Itacoatiara e ao fundo, o Mourão. Foto: Gabriela Gismonti

No Mirante da Tapera, é um bom lugar para descansar e fazer um lanche (recolhendo seu lixo no final, claro!), além de tirar belas fotos.

Ao retornar ao totem, siga para a esquerda para a direção Jardim Imbuí para finalizar a Travessia. Você passará por descidas com chão de terra, que escorregam bastante, então vá com calma e cuidado para evitar quedas e alguns hematomas no bumbum hehe.

Seguem algumas fotos do final da trilha:

Seguindo em direção ao Jardim Imbuí. Foto: Gabriela Gismonti

Foto: Gabriela Gismonti

Parte da descida escorregadia. Foto: Gabriela Gismonti

Final da travessia (ou início). Fica localizado na rua dos Corais, a 400 metros da praia de Piratininga. Foto: Gabriela Gismonti

Trajeto completo da trilha.

Posteriormente o Alex Figueiredo, diretor do Parque da Cidade e responsável pela abertura da Travessia, vai continuar a sinalização rústica de trilhas pela área urbana no Cafubá indo até os dois Mirantes da Lagoa, para que a Travessia São Francisco x Cafubá tenha seu atrativo específico.

A Travessia Tupinambá pega a estrada nossa Senhora de Lurdes, a Trilha dos Blocos, Trilha Bosque dos Eucaliptos, Trilhas Circulares, trecho da Trilha do Cafubá, entra na Trilha dos Ourives e desce no Jardim Imbuí.

Foto: Gabriela Gismonti

E aí, o que acharam? Animados para fazer? 😉

Author: Gabriela Gismonti

Gabriela Gismonti, nascida em Portugal, criada no Brasil desde os 3 anos. Vive em Niterói, ama fotografar e principalmente se aventurar. Graduanda em biologia na UFRJ, está sempre trilhando e conhecendo nossa Niterói por cima. Aqui no Explore Niterói, irá compartilhar um pouco dessas aventuras com a gente.

7 Comments on “Travessia Tupinambá – A maior Trilha de Niterói

  1. Temos um grupo de aproximadamente 60 pessoas pra fazer a trilha nesse domingo ,precisamos ter algum tipo de autorização, tem algum controle de quantidade de pessoas ou podemos ir direto ??

    1. Olá Jhessika,
      Entramos em contato com o Alex Figueiredo, administrador do PARNIT e a resposta que tivemos foi a seguinte: “Um grupo assim é contra indicado devido os princípios do mínimo impacto.
      Estamos pensando em formas de controle para evitar grupos deste tamanho em trilhas”

      É extremamente prejudicial para a trilha um grupo com tantas pessoas de uma vez. Sugerimos que reduza a quantidade de integrantes ou faça o passeio em horários distintos, assim todos poderão usufruir da trilha da melhor maneira.

      Abraços

  2. Aloha Galera,
    Fiz a trilha com uma galera(10 pessoas) no último final de semana!
    Foi incrível, as dicas daqui com certeza fizeram a diferença, obrigada.

  3. Olá amigos,
    Muito boa a página de vcs, as informações estão ótimas! Parabéns

    Gostaria de saber sobre assaltos na trilha, sou do RJ e aqui estão tendo muitos em diversas trilhas =/

    Aloha

  4. Gostaria de saber se com a atual onda de violência que assola todo o estado e também a Niterói, se essas trilhas são consideradas seguras ?!

    1. Olá, Pedro.
      As trilhas são super seguras, sim. Mas por precaução, sempre sugerimos que se faça os passeios em grupo. Até porque trilhar com os amigos é sempre mais divertido, você não acha?
      No mais, leve água, protetor solar e boa caminhada!

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