Agenda Cultural

Sociedade Fluminense de Fotografia promove debate e lançamento do livro “Os porões da contravenção”, de Chico Otávio e Aloy Jupiara

Autores do livro-reportagem Os Porões da Contravenção, os jornalistas Chico Otávio e Aloy Jupiara participam na quinta-feira 28/01, às 19 horas, na Sociedade Fluminense de Fotografia, em Niterói, de uma mesa de debates sobre o livro que conta os bastidores da contravenção no samba, na política e na polícia do Rio de Janeiro. Em seguida os jornalistas farão uma noite de autógrafos do livro lançado pela Editora Record. “Será um bate papo sobre a pesquisa e a apuração que fizemos para este livro, fruto de uma profunda pesquisa sobre o assunto”, explica Chico Otávio.
 
A mesa de debates acontece na galeria Octavio do Prado da SFF, com entrada gratuita e aberta a profissionais e estudantes de jornalismo e ao público em geral. “Aqueles interessados no tema de como policiais e militares a serviço da ditadura se aliaram ao jogo do bicho, formando um verdadeiro cartel, com certeza vão gostar do debate”, assegura Aloy.
 

Com sede na Rua Doutor Celestino, 115, no centro de Niterói, a Sociedade Fluminense de Fotografia promove debates, encontros e exposições voltados para a área da fotografia, da comunicação e da cultura, além de oferecer cursos. “Estamos sempre de portas abertas para atividades como debates e lançamentos de livros. Somos uma instituição voltada para a cultura em todos os aspectos e agradecemos a escolha de nossa sede para este evento”, assegura Toninho Machado, presidente da entidade.

Os porões da Contravenção

Serviço:
Quinta, 28/01/16
19h
Sociedade Fluminense de Fotografia (Rua Doutor Celestino, 115. Centro)
Entrada gratuita
Mais informações: www.sff.com.br

 

Sobre os autores:

RI Rio de Janeiro (RJ) 28/01/2015 Primeira reunião dos jurados do premio Estandarte de Ouro. Na foto o jurado Aloy Jupiara / Foto Pablo Jacob / Agencia O Globo
Aloy Jupiara. Foto Pablo Jacob / Agencia O Globo

Aloy Jupiara é jornalista e gerente de projetos na Diretoria de Inovação Digital da Infoglobo. Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ, entrou no jornal *O Globo* em fevereiro de 1987 como estagiário,
sendo contratado em seguida como repórter da editoria Rio. Em 1991 assumiu a pauta e, quatro anos depois, virou subeditor. Trabalhou na editoria Nacional do jornal, com coordenador e subeditor, entre 1996 e 2000. Ajudou a criar e foi editor de conteúdo do Globonews.com, uma parceria entre a Infoglobo, a Globo.com e a Globonews TV, que entrou no ar em setembro de 2001. Em 2004, tornou-se editor-executivo de projetos especiais do Globo Online. Dois anos depois, na reformulação do site, passou a editor-executivo de interatividade, quando criou a seção Eu-Repórter, de conteúdo gerado por usuários. Em 2009, foi convidado a ocupar o cargo de editor-executivo do site do *Extra* e, com o novo site no ar, passou a gerente de produtos digitais. Participou da equipe de pesquisadores que elaborou o dossiê-base do pedido ao Iphan de registro do partido-alto, do samba de terreiro e do samba-enredo como patrimônios culturais brasileiros, concedido em 2007. Integra desde 1998 o júri do Estandarte de Ouro, prêmio do jornal O Globo para os sambistas.

RI Rio de janeiro (RJ) 24/04/2014 Repórter Chico Otávio. Foto Simone Marinho/ Ag O Globo
Repórter Chico Otávio. Foto Simone Marinho/ Ag O Globo

Chico Otávio é repórter do jornal O Globo e professor de redação jornalística na PUC-Rio. Começou em 1985 como repórter de Cidades da Última Hora, onde também cobriu a área sindical. Trabalhou em seguida na sucursal carioca do Grupo Estado, produzindo reportagens de temas variados para os jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, e para a Agência Estado. Em 1997, transferiu-se para O Globo, atuando até 2015 como repórter de País. Transferiu-se depois para um grupo de repórteres ligado ao comando da redação. Cobriu todas as campanhas eleitorais desde os anos 1990. Na década seguinte, ajudou a fundar a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da qual foi vice-presidente. Ganhou sete vezes o Prêmio Esso em várias categorias, entre outros prêmios, ao longo da carreira — um deles, em 1999, sobre o atentado a bomba no Riocentro, com os colegas Amaury Ribeiro Jr. e Ascânio Seleme. Em 2014, ficou entre os cem jornalistas mais admirados do Brasil, pesquisa feita pelo Jornalistas&Cia.

Author: Explore Niterói

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